O tempo passa e até o turismo já adquire novas formas, antigamente bastava programar com a família as férias, fazer as malas e viajar; hoje em dia há o turismo do século XXI para os mais diversos gostos, bolsos e devaneios. Algumas condições adversas mundiais, acabaram por influenciar o comportamento dos turistas, que foi forçado a adaptar-se a temas como a crise financeira global. A grande procura acaba por ser os grandes hotéis high tech, mas os outros gêneros não ficam atrás. O Hotéis.com reuniu mais algumas novas definições, e apresenta a segunda edição do novo vocabulário da indústria hoteleira.

– “GEEKY TRAVELER”: São turistas antenados com as últimas novidades no mundo dos gadgets e tecnologias modernas. Por isso, este tipo de turista procura hotéis tecnológios, e modernos, a sugestão do Hotéis.com é o theWitt A Doubletree Hotel (Chicago) é um dos locais que pode responder perfeitamente a estes requisitos. Por exemplo, todos os quartos têm telefone NEC VoIP com um ecrã LCD que apresenta informação sobre voos, pedidos de automóveis e chamadas de despertar; e a  TV HD no quarto tem um browser para acesso completo à internet.

– “NANO BREAKS”: Como o próprio nome diz Nano, são férias de curta duração, maioritariamente de apenas uma noite, com o objectivo de conhecer o destino de forma rápida e económica. Para quem pretende apenas escapar uma noite, Hotéis.com sugere o Convento do Espinheiro, em Évora (Portugal).

– “STAYCATION”: Este é o paradigma do low-cost: passar férias em casa ou na zona circundante. É uma modalidade de turismo com a finalidade não só de gastar pouco dinheiro em viagens, mas também de conhecer mais profundamente todos os locais da sua própria cidade ou região. Inclui estadias curtas que permitem visitar exposições, assistir a espectáculos, ou descobrir tesouros arquitectónicos que, devido ao ritmo frenético do quotidiano, normalmente passam despercebidos aos habitantes de uma cidade. Para os habitantes de Lisboa, que ainda não conhecem todos os recantos da cidade, Hotéis.com sugere a estadia na York House.

– “ROUGH-LUXE”: O “rough-luxe” prende-se com o luxo em termos de um momento, e não apenas do consumo, entendendo o luxo como o enriquecimento pessoal e não a posse de objectos. Estas são experiências para viajantes que têm acesso ao luxo, mas que despendem algum tempo para reflexão e para se relacionarem com as pessoas dos locais para onde viajam, bem como o ambiente, a cultura e a arquitectura. Estas experiências têm lugar em locais geograficamente deslumbrantes, e a sua finalidade máxima é o relaxamento. Para quem pretende este tipo de viagem, Hotéis.com aponta o Pan Pacific Nirwana Bali Resort.

– “SLOW-TRAVEL”: este é o turismo que permite conhecer a vida local de cada cidade e comunidade, passear pelas ruas calmamente e relacionar-se com as pessoas e o espaço. Os “slow travelers” permanecem num destino pelo menos uma semana e não se limitam a conhecer os locais “imperdíveis”. Passeiam pelos locais tentando conhecer acima de tudo a sua vida “real”. Normalmente optam por alojamento em opções que lhes permitam sentir-se mais “em casa”, ficando longe dos locais tipicamente cheios de turistas. É assim possível ligar-se ao ambiente e desligar-se do resto do mundo. Para viajar em modo “slow”, Hotéis.com recomenda a estadia no Rural houses in Atalaya del Segura, em Chiclana de Segura (Espanha).

– “FLASHPACKING”: Esta é a versão séc. XXI do “backpacking”. Os “flashpackers” combinam viagens de baixo custo, com alojamento, actividades e alimentação de maior qualidade. Mantém a essência do backpacking mas com mais estilo, ou seja, já não se pede boleia nem anda com o dinheiro contado. Outra característica é a constante utilização de novas tecnologias, ferramentas indispensáveis para as viagens, e através das quais pesquisam as melhores opções em termos de entretenimento e alimentação nas cidades para onde se deslocam. Para esta experiência, Hotéis.com sugere estadia no Chili Hostel, em Praga (Rep. Checa), dado que alia uma estadia económica numa cidade interessante, à opção da internet grátis via wi-fi.

Fonte: CEC-Online